Você trabalha com pesquisadores brasileiros no ITA há quase dois anos. Quais são as primeiras impressões deles? Quais foram as principais dificuldades para iniciar um trabalho acadêmico em outro país?

Os professores brasileiros com quem trabalho no ITA são extremamente competentes e muito fáceis de interagir...

Um dos seus maiores desafios no Brasil é trazer o seu know-how na mecânica de materiais computacionais, uma área pouco explorada no país. Como você avalia seu trabalho até agora?

Está indo muito bem. Temos atividades em andamento no ITA na modelagem de falhas computacionais de compósitos estruturais e, na UFABC, em nanocompósitos.

Jacob Paulsen é o novo head do escritório de Ciência e Inovação da Embaixada da Suécia no Brasil. Seu trabalho é fortalecer a colaboração entre os dois países nas esferas empresarial, governamental e acadêmica.

Você teve um projeto aprovado pela chamada Finep-Vinnova. Você pode nos contar mais sobre ele (seus objetivos, as conquistas até agora etc.)?

O projeto é chamado INFLOPROP e é um projeto colaborativo entre ITA, Chalmers, Embraer e GKN [empresa britânica considerada a fornecedora aeroespacial líder mundial em multi-tecnologia de nível 1]...

Fruto direto das colaborações entre pesquisadores brasileiros e suecos, o SARC nasceu na Suécia com o intuito de unir pesquisadores do segmento aeronáutico. No Brasil, um modelo semelhante está sendo proposto.