O ano de 2018 marca o fim do ciclo dos trabalhos do primeiro professor sueco a chegar ao Brasil pelo programa de cátedras do ITA; outros três acadêmicos seguem em atividade estreitando laços entre pesquisadores dos dois países

Você considera a sua missão cumprida?

A missão nunca é cumprida, mas acho que fizemos progresso para estabelecer a colaboração sueco-brasileira. Eu acho que é importante ter algum esforço coordenado sustentado para manter e beneficiar a colaboração. Eu acho que o benefício total vem no futuro, quando os estudantes que se envolveram agora alcançarão posições de liderança nas universidades e na indústria...

Um dos seus maiores desafios no Brasil é trazer o seu know-how na mecânica de materiais computacionais, uma área pouco explorada no país. Como você avalia seu trabalho até agora?

Está indo muito bem. Temos atividades em andamento no ITA na modelagem de falhas computacionais de compósitos estruturais e, na UFABC, em nanocompósitos.

Você trabalha com pesquisadores brasileiros no ITA há quase dois anos. Quais são as primeiras impressões deles? Quais foram as principais dificuldades para iniciar um trabalho acadêmico em outro país?

Os professores brasileiros com quem trabalho no ITA são extremamente competentes e muito fáceis de interagir...

Você teve um projeto aprovado pela chamada Finep-Vinnova. Você pode nos contar mais sobre ele (seus objetivos, as conquistas até agora etc.)?

O projeto é chamado INFLOPROP e é um projeto colaborativo entre ITA, Chalmers, Embraer e GKN [empresa britânica considerada a fornecedora aeroespacial líder mundial em multi-tecnologia de nível 1]...