Entrevista Ragnar Larsson, Chalmers University of Technology

Um dos seus maiores desafios no Brasil é trazer o seu know-how na mecânica de materiais computacionais, uma área pouco explorada no país. Como você avalia seu trabalho até agora?

Está indo muito bem. Temos atividades em andamento no ITA na modelagem de falhas computacionais de compósitos estruturais e, na UFABC, em nanocompósitos.

Quais foram as maiores conquistas até agora?

Eu acho que minhas maiores conquistas são o fato de esse trabalho estar começando muito bem! Em ambas as áreas, tivemos contribuições para conferências no ano passado.

Você conseguiu estabelecer uma rede de pesquisadores na área (dentro e fora do ITA)? Esta rede é forte o suficiente para apoiar uma colaboração de longo prazo, mesmo depois de terminado o seu trabalho no Brasil?

Dentro do ITA há colaborações formadas entre eu e os professores, envolvendo também alunos de doutorado no CCM e em laboratórios de estruturas. Na UFABC, as colaborações estão se formando no centro de Engenharia de Materiais.

Na sua opinião, quais são os principais desafios para os próximos anos?

Os desafios se relacionam, como de costume, às questões atuais de pesquisa sobre modelagem e simulação de materiais relacionados. Além disso, consolidar a rede de pesquisa e continuar a difundir o conhecimento no Brasil e na Suécia.